quinta-feira, 22 de março de 2018
BDSM não é violência doméstica
#BDSM Nunca confunda BDSM com violência doméstica contra a mulher. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa.
Os 10 mandamentos para ser uma boa submissa
1* Continência: Esteja sempre disponível para quando eu quiser, para o que eu quiser.
2* Bater é bom, mas só se você gostar de apanhar, aprenda a gozar enquanto apanha.
3* Ame a dor, mas exija que seja apenas a outra face do prazer, nunca sofra sem gozar.
4* Reverência: beijar os pés de teu dono é apenas uma delas, invente outras, exercite todas.
5* Te quero uma putinha, uma cadela sempre no cio, sempre pronta para sexo, sempre querendo mais. sempre querendo de todos os jeitos, gozando por todos os poros.
6* Ame teu dono: permita que ele te ame.
7* Nunca perca a dignidade e o respeito por si mesma. Só os fortes sabem e podem pertencer.
8* Ame a você mesma. Você deve ser minha porque quer, e para querer é preciso gostar de si mesma antes de mais nada.
9* Abra a tua alma para o domínio do teu dono. Dominar um corpo não basta para um senhor.
10* Ao ser do teu dono, você será livre para ser você mesma. Nunca abra mão de ser feliz. Uma submissa deve e merece ser feliz.***
2* Bater é bom, mas só se você gostar de apanhar, aprenda a gozar enquanto apanha.
3* Ame a dor, mas exija que seja apenas a outra face do prazer, nunca sofra sem gozar.
4* Reverência: beijar os pés de teu dono é apenas uma delas, invente outras, exercite todas.
5* Te quero uma putinha, uma cadela sempre no cio, sempre pronta para sexo, sempre querendo mais. sempre querendo de todos os jeitos, gozando por todos os poros.
6* Ame teu dono: permita que ele te ame.
7* Nunca perca a dignidade e o respeito por si mesma. Só os fortes sabem e podem pertencer.
8* Ame a você mesma. Você deve ser minha porque quer, e para querer é preciso gostar de si mesma antes de mais nada.
9* Abra a tua alma para o domínio do teu dono. Dominar um corpo não basta para um senhor.
10* Ao ser do teu dono, você será livre para ser você mesma. Nunca abra mão de ser feliz. Uma submissa deve e merece ser feliz.***
Dominar não é abusar
#BDSM DOMINAR NÃO É ABUSAR
O dominador cuida de sua submissa como se fosse uma pedra preciosa.
O abusador a trata apenas como um brinquedo descartável e perecível.
O dominador gosta de entender as necessidades da sua submissa.
O abusador gosta de criar dependência e só pensa nas necessidades dele próprio.
O dominador é um homem sincero acima de tudo.
O abusador é um homem mascarado, que se faz de rei morador em castelo medieval e conta histórias fabulosas.
O dominador erra e reconhece seus erros.
O abusador erra e terceiriza para a submissa sua culpa.
O dominador não impõe seu domínio. O domínio dele a ela se dá paulatinamente, naturalmente, sob a mesma atmosfera e a mesma sintonia que os envolve.
O abusador impõe as vontades dele, mesmo quando a submissa está se sentindo notoriamente desconfortável.
O dominador é calmo nas práticas, sabe lidar e "ler" na submissa as suas necessidades,
O abusador quer fazer tudo ao mesmo tempo, não se importando para o que a submissa precisa, e sim para o que ele quer unicamente.
O dominador tem como princípio a empatia.
O abusador tem como princípio a casualidade e o poder a todo momento. É um impostor.
O dominador se importa com o dia-a-dia da submissa, com suas conquistas pessoais, com sua felicidade em família, com seu sucesso, e irá incentivá-la sempre a estudar, correr atrás dos seus sonhos e objetivos.
O abusador controla a vida social da submissa, proíbe-a de estudar, evita que ela tenha informações e muitas vezes a priva até mesmo do seu convívio familiar.
O dominador quer que a submissa evolua sempre. Em todos os aspectos.
O abusador quer apenas o melhor para ele sempre.
O dominador cuida de sua submissa como se fosse uma pedra preciosa.
O abusador a trata apenas como um brinquedo descartável e perecível.
O dominador gosta de entender as necessidades da sua submissa.
O abusador gosta de criar dependência e só pensa nas necessidades dele próprio.
O dominador é um homem sincero acima de tudo.
O abusador é um homem mascarado, que se faz de rei morador em castelo medieval e conta histórias fabulosas.
O dominador erra e reconhece seus erros.
O abusador erra e terceiriza para a submissa sua culpa.
O dominador não impõe seu domínio. O domínio dele a ela se dá paulatinamente, naturalmente, sob a mesma atmosfera e a mesma sintonia que os envolve.
O abusador impõe as vontades dele, mesmo quando a submissa está se sentindo notoriamente desconfortável.
O dominador é calmo nas práticas, sabe lidar e "ler" na submissa as suas necessidades,
O abusador quer fazer tudo ao mesmo tempo, não se importando para o que a submissa precisa, e sim para o que ele quer unicamente.
O dominador tem como princípio a empatia.
O abusador tem como princípio a casualidade e o poder a todo momento. É um impostor.
O dominador se importa com o dia-a-dia da submissa, com suas conquistas pessoais, com sua felicidade em família, com seu sucesso, e irá incentivá-la sempre a estudar, correr atrás dos seus sonhos e objetivos.
O abusador controla a vida social da submissa, proíbe-a de estudar, evita que ela tenha informações e muitas vezes a priva até mesmo do seu convívio familiar.
O dominador quer que a submissa evolua sempre. Em todos os aspectos.
O abusador quer apenas o melhor para ele sempre.
BDSM: O QUE LEVA UMA MULHER A QUERER SER UMA SUBMISSA?
Uma pergunta interessante, mas talvez fosse melhor respondida por quem já fez o caminho... O máximo que posso lhe dar é a visão de alguém que está de fora do universo da submissão, mas que observa e se alimenta dele.
A primeira coisa que você precisa ter em mente é que a submissão não é algo específico do sexo feminino, assim sendo, poderíamos formular a seguinte questão: o que faz uma pessoa se tornar submissa?
Poderíamos... mas depois de todos esses anos desbravando o universo BDSM, minhas observações me levaram a concluir que parece existir uma certa diferença entre a submissão masculina e feminina. Mesmo assim, só posso falar como um mero observador, já que não vivo esta realidade. Nem a de um homem submisso, muito menos a de uma mulher submissa.
A partir dessas observações, acredito que mulheres heterossexuais e heteroflexíveis têm uma tendência natural à submissão. Se prestarmos atenção, vamos perceber que a maioria absoluta tende a buscar pelo homem mais forte e com a “pegada” mais potente.
Talvez a explicação dessa tendência feminina esteja em nosso comportamento ancestral. Uma vez que, em sua origem e até um passado relativamente recente dentro de sua cadeia evolutiva, os seres humanos se agrupavam em clãs. Ou seja, em geral os grupos familiares eram comandados por um macho alfa. E eventualmente, uma fêmea com características mais dominantes era escolhida por esse macho para ser a sua fêmea alfa. Uma que liderava o grupo em conjunto, mas que também se submetia a ele.
Assim sendo, tal submissão teria nascido do próprio papel da fêmea nessas pequenas comunidades. Enquanto os machos saiam para a caça e atuavam na proteção, as fêmeas cuidavam da infra-estrutura, das crias e da unidade do grupo.
Quase a totalidade das mulheres com as quais interagi ou conversei tinham uma necessidade intrínseca de proteção. De qualquer forma, acredito que uma mulher só irá se submeter (de verdade...) à um soberano que julgue ser o merecedor de sua submissão.
Contudo, tais características muitas vezes ficam mascaradas no mundo baunilha. Sendo um mundo de aparências, cada pessoa usa a armadura que melhor lhe convém. Para quem tiver interesse, apresentei no texto Transição a minha tese sobre a formação do mundo baunilha e da chamada “Compressão Social”, uma conseqüência do advento da civilização e das mudanças ocorridas em nosso estilo de vida ao longo do tempo.
Tais mudanças teriam tornado inviáveis determinados comportamentos humanos. Ou melhor, vários deles continuaram a existir só que uma forma “velada”. Nesse sentido, o que ocorreu foi uma repressão dos nossos instintos e comportamentos básicos, a fim de nos adaptarmos à uma nova realidade social.
Mas a competitividade, a beligerância e a poligamia continuavam ali, embora muitas vezes não fossem visíveis. E o Universo BDSM nasceu justamente da insatisfação de alguns em relação à determinados comportamentos impostos pela sociedade. Pessoas que iam além e que não mais se satisfaziam com que o mundo baunilha podia oferecer, ainda que tivessem passado pelo casamento aberto, pelo swing ou mesmo por fetiches diversos, buscavam por um novo estilo de vida.
Fiz essa viagem pelo pelo Universo BDSM, porque a resposta para a sua dúvida deve passar por esses dois locais... baunilha e BDSM.
No entanto, tanto a submissão quanto a Dominação não são uma questão de querer, mas, sim de ser... ou não ser. (eis a questão). Ambas, são características e não uma opção que escolhemos. Podemos facilmente perceber instintivamente se uma pessoa é, dominante ou submissa. E elas se revelam, líderes ou liderados.
No Universo BDSM é o lugar onde você pode escolher viver completamente a sua natureza Dominante ou submissa (em muitos casos as duas naturezas de forma alternada), podendo também vivê-las de forma pública dentro da comunidade BDSM.
Enfim, o que pode levar uma mulher a querer ser uma submissa é que, descobrindo em si esta natureza e também a existência de um lugar com pessoas onde possa interagir, pode tomar a decisão de viver essa natureza submissa de forma completa, profunda e intensa.
A primeira coisa que você precisa ter em mente é que a submissão não é algo específico do sexo feminino, assim sendo, poderíamos formular a seguinte questão: o que faz uma pessoa se tornar submissa?
Poderíamos... mas depois de todos esses anos desbravando o universo BDSM, minhas observações me levaram a concluir que parece existir uma certa diferença entre a submissão masculina e feminina. Mesmo assim, só posso falar como um mero observador, já que não vivo esta realidade. Nem a de um homem submisso, muito menos a de uma mulher submissa.
A partir dessas observações, acredito que mulheres heterossexuais e heteroflexíveis têm uma tendência natural à submissão. Se prestarmos atenção, vamos perceber que a maioria absoluta tende a buscar pelo homem mais forte e com a “pegada” mais potente.
Talvez a explicação dessa tendência feminina esteja em nosso comportamento ancestral. Uma vez que, em sua origem e até um passado relativamente recente dentro de sua cadeia evolutiva, os seres humanos se agrupavam em clãs. Ou seja, em geral os grupos familiares eram comandados por um macho alfa. E eventualmente, uma fêmea com características mais dominantes era escolhida por esse macho para ser a sua fêmea alfa. Uma que liderava o grupo em conjunto, mas que também se submetia a ele.
Assim sendo, tal submissão teria nascido do próprio papel da fêmea nessas pequenas comunidades. Enquanto os machos saiam para a caça e atuavam na proteção, as fêmeas cuidavam da infra-estrutura, das crias e da unidade do grupo.
Quase a totalidade das mulheres com as quais interagi ou conversei tinham uma necessidade intrínseca de proteção. De qualquer forma, acredito que uma mulher só irá se submeter (de verdade...) à um soberano que julgue ser o merecedor de sua submissão.
Contudo, tais características muitas vezes ficam mascaradas no mundo baunilha. Sendo um mundo de aparências, cada pessoa usa a armadura que melhor lhe convém. Para quem tiver interesse, apresentei no texto Transição a minha tese sobre a formação do mundo baunilha e da chamada “Compressão Social”, uma conseqüência do advento da civilização e das mudanças ocorridas em nosso estilo de vida ao longo do tempo.
Tais mudanças teriam tornado inviáveis determinados comportamentos humanos. Ou melhor, vários deles continuaram a existir só que uma forma “velada”. Nesse sentido, o que ocorreu foi uma repressão dos nossos instintos e comportamentos básicos, a fim de nos adaptarmos à uma nova realidade social.
Mas a competitividade, a beligerância e a poligamia continuavam ali, embora muitas vezes não fossem visíveis. E o Universo BDSM nasceu justamente da insatisfação de alguns em relação à determinados comportamentos impostos pela sociedade. Pessoas que iam além e que não mais se satisfaziam com que o mundo baunilha podia oferecer, ainda que tivessem passado pelo casamento aberto, pelo swing ou mesmo por fetiches diversos, buscavam por um novo estilo de vida.
Fiz essa viagem pelo pelo Universo BDSM, porque a resposta para a sua dúvida deve passar por esses dois locais... baunilha e BDSM.
No entanto, tanto a submissão quanto a Dominação não são uma questão de querer, mas, sim de ser... ou não ser. (eis a questão). Ambas, são características e não uma opção que escolhemos. Podemos facilmente perceber instintivamente se uma pessoa é, dominante ou submissa. E elas se revelam, líderes ou liderados.
No Universo BDSM é o lugar onde você pode escolher viver completamente a sua natureza Dominante ou submissa (em muitos casos as duas naturezas de forma alternada), podendo também vivê-las de forma pública dentro da comunidade BDSM.
Enfim, o que pode levar uma mulher a querer ser uma submissa é que, descobrindo em si esta natureza e também a existência de um lugar com pessoas onde possa interagir, pode tomar a decisão de viver essa natureza submissa de forma completa, profunda e intensa.
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