sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
A VOCÊ HOMEM 👔 COMO FAZER UMA MULHER SE SOLTAR CONTIGO A PARTIR DAS CONVERSAS ONLINE 🖥️ 📱
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
A SEXUALIDADE EM SOFISMA E FALÁCIA 🤫🤭
domingo, 22 de agosto de 2021
Sexo virtual funciona?
domingo, 15 de agosto de 2021
Usar ou não usar camisinha no sexo tântrico?🎈
O sexo tântrico não é ideal para pessoas que são adeptas
do sexo casual e que se relacionam com múltiplos parceiros, pois o
Tantra exige profundidade, entrega, confiança, abertura e amor, coisas
que dificilmente existem em relacionamentos superficiais.
Quando você
começa a se relacionar com alguém desconhecido a camisinha é essencial
para proteger das DSTs, gravidez indesejada, etc.
Conforme o casal
vai se relacionando, adquirindo confiança um no outro e os sentimentos
de amor vão sendo despertados, eles podem então conversar sobre a não
utilização da camisinha. O casal pode também realizar exames médicos
para ver como está a saúde e conversar sobre outros métodos
contraceptivos para se sentirem mais seguros e confiantes.
Em uma
relação tântrica o ideal é que o casal faça sem a utilização da
camisinha. A borracha com látex é um isolante que afeta a troca de
energia entre os genitais.
A diferença entre uma relação com
camisinha e sem camisinha é tremenda! A conexão formada e a troca
energética entre o casal é muito mais poderosa sem a barreira da
borracha.
Por isso analise muito bem seu (sua) parceiro(a) e as
circunstâncias quando for fazer sexo sem camisinha. É necessário que
você esteja certa(o) de que deseja conectar sua energia tão poderosa com
essa pessoa que você está junto, que você admira, respeita, tem
sentimentos bons por ele(a) e que confia pelo menos o suficiente para
ter um momento íntimo a dois.
domingo, 25 de novembro de 2018
A energia sexual num ritual de iniciação ao Tantrismo

Impossível pensar em Sexo Tântrico sem pensar em energia sexual. A energia sexual é o que de mais poderoso possuímos. Ela é a espada flamígera do homem, do Senhor da mulher. Sim, este é o poder do sêmen de um homem.
Este fluído masculino, quando transmutado, irá liberar os seus vapores seminais que só são expelidos após os chamados “100ºC”.

Esses vapores chegam a solarizar até o corpo da Vontade Consciente ou o que chamamos de corpo causal. Tais vapores são os responsáveis pela solarização dos corpos internos. Enquanto isso, ou seja, enquanto esses vapores são liberados, a iniciada entrega-se ao seu Senhor de corpo e alma. Ele, por sua vez, energizará a sua pequena jovem inciada através de toques com as mãos, boca e língua. Ela, por sua vez, de modo natural e gradativo, irá seguindo pelo caminho molhado junto com o seu Senhor, que ejaculará dentro da sua iniciada para que seu sêmen (matéria prima) se mescle com os licores femininos, que somados e interagidos ocasionarão uma abundante energia e uma abundante potência. Isto posto, a iniciada deve usufruir de cada momento, de cada compartilhamento de energias sexuais.

Seu Senhor deve reabsorver a somatória dos fluídos dele e dela, pois a função da matéria seminal é energizar o corpo físico. Eis o sentido da Eucaristia Tântrica.
Atenção: quem é católico, talvez possa estar espantado em estar lendo essa palavra. Acontece que no sentido amplo e etimológico, Eucaristia significa "união de corpos", "união substancial", "união de substâncias". No caso da Igreja Católica, trata-se da união corporal entre o comungante e o Corpo/Sangue de Cristo. No caso do Sexo Tântrico, trata-se da união corporal e, por conseguinte, da união dos fluídos masculino e feminino. Porém, precisamos estar cientes e conscientes que trata-se de contextos totalmente diferentes. Jamais podemos cair na heresia de querer fazer paralelo entre o contexto católico e o contexto tântrico.

Conforme sabemos desde as aulas de Biologia do Ensino Médio, o sêmen é poderoso e vital.
Uma vez vivo, possui então o que chamamos de uma consciência própria e universal.
Essa consciência escapa e une-se à consciência da iniciada na hora exata em que a transmutação ocorre.

Na hora em que a iniciada sente o espasmo (ejaculação masculina dentro dela) é porque a energia encontra-se na temperatura certa. Neste momento seu Senhor, com suma vontade, aperta os esfíncteres da menina e, de maneira inteligível, "vê" e "sente" os átomos seminais soltando-se da parte física do seu esperma e atingindo sua mente, ou seja, a mente dele. Assim ele derramará seu fluído dentro da sua jovem iniciada.

Ali, no Cálice, dentro da vagina dela, a matéria seminal mescla-se com os licores femininos e fica extremamente poderosa para ser reabsorvida por ambos através da posição popularmente conhecida como "69". Conclui-se portanto que para a concretização total do que foi aqui discorrido, o homem precisa ter a habilidade de permanecer com o pênis ereto até que a menina usufrua e sacie-se por completa através do sexo oral que ela realizará nele enquanto, simultaneamente, ele realiza sexo oral nela. Durante esse momento, ou seja, durante essa última etapa, a mente de ambos tornar-se-á fértil, energizada e vitalizada.


Recomenda-se por fim que, fazendo uso de seu cavalheirismo, o Senhor "limpe" toda região vaginal da iniciada com a língua, tocando o corpo dela com as mãos, conforme a foto ilustrativa. Se nesse ínterim ambos sentirem o corpo aflorado pelo desejo sexual, nada impede que haja prosseguimento através de um ato sexual mais selvagem e sem preocupações litúrgicas.
sábado, 21 de julho de 2018
Diferentes tipos de submissão
Entende-se por bottom a pessoa que é passiva às práticas, embora muitas vezes os papéis de bottom e submisso/a se encontrem. O bottom não é necessáriamente um submisso e, diferente do submisso, o bottom tem um controle muito maior sobre suas cenas, nunca entregando realmente o controle ao Top. A relação funciona mais como uma parceria mútua. É como se um chefe de cozinha falasse para o boleiro: “Eu quero que você faça um bolo de chocolate”. Ok: por ser subordinado ao chefe, o boleiro não fará bolo de outro sabor a não ser de chocolate. Mas usará toda sua criatividade para fazer o bolo, sem que o chefe dite todos os passo a passos.
Digamos que esses sejam a primeira patente dentro de uma relação D/s. Você se submete a seu Mestre e abre mão por longos períodos de tempo. Entretanto você tem suas opiniões, escolhas e livre-abítrio para tomá-las. Nesse tipo de submissão é normal que exista um tipo de balanço entre o Dominante e o submisso. Embora o controle esteja na mão do Dominante, os limites são desenhados pelo submisso. Sexo geralmente é grande parte desse tipo de relação, mas não necessariamente obrigatório. Embora pela descrição pareça que não, mas esse tipo de submissão é bem intenso, e a única coisa que difere entre a relação a escravidão é o poder que o submisso tem de dizer até onde se pode ir.
É a submissão que ocorre apenas entre 4 paredes. É dentro do quarto (ou carro, ou banheiro, etc) que a troca de poder acontece e é nele que a troca fica. Esse tipo de submissão é quase sempre sexual, e quando acontece é completa. Entretanto, quando as portas se abrem a(o) sub retorna ao seu papel cotidiano.
Diferente do bottom que possui controle, esse tipo de submissa(o) entrega-se totalmente ao poder do Dominante, mas apenas no local da intimidade em si.
Como escrava(o) o controle é cedido completamente. Mas tenha em mente que é uma escolha da(o) escrava(o) e não algo que ela(e) foi obrigado a fazer. Uma escrava(o) geralmente está inserido em uma relação 24/7 (24 horas diárias durante os 7 dias semanais). Elas(es) podem trabalhar e estudar, mas quando chegam em casa não há distinção de um dia normal para um dia BDSM: a pessoa é sempre um(a) escrava(o) desde o dia que decidiu por isso. Numa analogia, seria como o seminarista que sai pela manhã para cursar a faculdade de Filosofia: quando ele retorna ao seminário para almoçar, imediatamente ele está sujeito a todas as normas e regras eclesiásticas. Como escrava(o), o sexo ainda é bem real e vivo. Entretanto, não é sempre o objetivo. Como escrava(o) a vida geralmente é mais intensa em termos de dor, humilhação e prazer. Algo a se lembrar é que, como escrava(o), você não deve obedecer ao Dominante em caso de quebrar a norma, de causar dano a outra pessoa ou que seja contra seus valores morais. Se uma dessas coisas acontecer, então ele/ela não é um Dominante de verdade. Nessas ocasiões, a melhor coisa é a(o) escrava(o) “cair fora”!
Nem sempre “animal de estimação” foi classificado como um tipo de submissão e ainda é controversa em algum círculos. Um pet tende mais para o lado escravo com uma diferença: sexo não precisa estar envolvido. Em muitos casos não está. Se você se tornou um(a) pet é para abrir mão de você mesma(o) e obedecer. O pano de fundo é: você sente prazer com o controle e não com brincadeira sexual. Pode haver brincadeiras, mas é bem raro nesse tipo de submissão. Esse tipo é um dos mais perigosos, haja vista que você pode se perder mentalmente, pois raramente você tem pensamentos próprios. Em tese, você até pode discutir com seu Dominante; entretanto ele sempre terá a última palavra.





